quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Redação

A fome é uma ameaça mundial


Atualmente, há uma preocupação dos governantes mundiais em torno da possibilidade de um grande desabastecimento de alimento. Isso agravaria, ainda mais, o quadro de miséria e fome nos países pobres e subdesenvolvidos. Diante desse cenário apocalíptico, autoridades parecem perceber a gravidade do problema.
A fome não é nenhuma novidade para a humanidade, pelo contrário, ela, infelizmente tem acompanhado o homem desde seus primórdios, como cita a história bíblica sobre as sete vacas magras que simbolizavam sete anos de grande escassez de mantimento na terra dos faraós.
Hoje,milhões de pessoas morrem vítimas desta praga que assola principalmente países da África e da Ásia. Esse cenário de vergonha é resultado de séculos de descaso com os países mais pobres, outrora subjugados e tratados como colônias que eram exploradas para atender interesses dos países descobridores. Os países considerados de primeiro mundo devem ser responsabilizados, visto que, milhões são investidos na indústria bélica, ou na conquista espacial, enquanto que; por outro lado, pouco tem sido feito para mudar essa vergonhosa realidade social.
Os países ricos têm obrigações: morais, sociais e humanitária com as demais nações que passam por esse dilema. Entre as medidas viáveis estariam: a duplicação da produção agrícola mundial, o fortalecimento e o apóio às Nações Unidas que já desenvolve um trabalho voltado ao combate à fome. O aumento da produção agrícola seria plenamente possível em países como: Estados Unidos, Canadá, Austrália, Brasil e outros, que tem grandes extensões de terras ociosas, essa elevação na produção mundial, se não resolvesse o problema, pelo menos, amenizaria a situação atual e afastaria essa iminente falta de alimentos mundial.
Para que essas ações sejam de fato realizadas é necessário que haja conscientização e que as autoridades saiam do campo puramente filosófico ou teórico e ajam com rapidez e responsabilidade.

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